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ÚLTIMAS NOTÍCIAS / Dengue faz 1.ª vítima do ano no PR

Idoso morreu com a forma hemorrágica da doença e provavelmente já tinha sido contaminado antes. Casos no estado são 530

Quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


Londrina - A primeira morte por dengue do Paraná em 2010 ocorreu em Londrina e foi de um homem de 60 anos de idade. Encontrado por vizinhos inconsciente, em sua casa no conjunto Armindo Guazzi, no dia 4 de fevereiro, ele foi levado para a Santa Casa, mas horas depois não resistiu e morreu. Os exames realizados posteriormente revelaram que a causa da morte foi a dengue hemorrágica.

A informação foi confirmada ontem pelo secretário municipal de Saúde, Agajan Der Bedrossian. Segundo informações do secretário, os vizinhos contaram que encontraram o idoso em convulsão, com dificuldades de respirar e hemorragia na boca. Be­­drossian diz acreditar que o paciente já havia contraído dengue anteriormente, mas não haveria registro da doença em razão de a vítima ser uma pessoa muito simples. A última vez em que ele foi atendido na Unidade de Saúde do bairro foi em 2007.

Conforme informações da Secretaria de Estado da Saúde, em todo o estado existem 3 mil casos suspeitos da doença, com 530 confirmações em 13 das 22 regionais de saúde do estado. Destes, 398 são autóctones – em que os doentes contraíram a dengue em sua região.

Os números atualizados de Londrina já registram 44 casos confirmados de dengue e 700 ainda sob suspeita. O boletim divulgado ontem pelo governo do estado também apresenta que a Regional de Londrina, que é composta por 12 municípios, teve 68 casos de dengue em 2010, com 50 deles autóctones. Nos demais, a doença foi contraída em outro local.

Londrina é a terceira regional com maior número de casos. Em primeiro lugar está a regional de Maringá com 169 casos registrados e Foz do Iguaçu, com 134 (veja relação nesta página). A dengue também preocupa em várias cidades menores do Norte do Paraná, como Primeiro de Maio, onde já são 28 casos. Em Porecatu, o índice de infestação é de 18%, muito maior que o 1% recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

Fonte: Fernando Araújo, Jornal de Londrina

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