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Cadeirinha será obrigatória em 15 dias

Quarta-feira, 18 de agosto de 2010


Prazo estabelecido pelo Contran, no dia 1.º de setembro, não deve ser prorrogado
ImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letraQuem ainda não comprou os equipamentos de segurança adequados para transporte de crianças deve ficar atento para o prazo estabelecido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que começa a valer no dia 1.º de setembro e não deve ser ampliado, segundo a assessoria de im­­prensa do órgão. A Resolução n.º 277, de 2008, estabelece regras para que a criança, de zero a 7 anos e meio, seja transportada apenas em cadeirinhas, assento de elevação ou bebê conforto, dependendo da idade. A norma, que deveria ter começado a valer em junho, foi estendida na época pela falta do produto no mercado. A multa para quem não usar os aparelhos adequados é de R$ 191,54 e sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Após os 7 anos e meio até os 10 anos, a criança deve ser transportada no banco traseiro, com cinto de segurança.

As normas estabelecidas para o uso da cadeirinha não são aplicáveis em veículos do transporte coletivo, de aluguel, táxis e veículos escolares. Ainda de acordo com a resolução do Contran, há exceção para veículos que tenham somente banco dianteiro. Os pais, neste caso, podem fazer o transporte, desde que tenham os equipamentos de retenção adequados.

Em Curitiba, as lojas e representantes não estão mais so­­frendo com a falta do produto para o varejo. O representante da Galzerano na capital, Edvino Paulo Jamielniak, conta que a marca está conseguindo atender os pedidos normalmente. O único produto que a fábrica tem dificuldade maior para ofertar são os assentos de elevação – o booster (indicado para crianças com mais de 4 anos). “A entrega é um pouco menor, não chega para atender toda a demanda”, diz o representante. A gerente da Xiquita Megastore Batel, Lisma­rie Gribner, conta que não há falta em nenhum modelo de cadeiras, apenas em marcas específicas. “Alguns clientes querem uma marca específica que não tem na hora, mas a maioria acaba comprando uma semelhante.” Em ju­­nho, a fila de espera para conseguir um equipamento de re­­tenção chegou a 12 pessoas por vendedor da loja.
Na Baby Dreams, a espera so­­mente ocorre quando o cliente procura um produto com preço mais acessível. “Pela pressa, a maioria acaba levando o que tem na hora. Mas procuramos ter um bom estoque para atender”, diz a gerente Vânia Dias Morel, que acredita que os pais vão acabar deixando para os últimos dias, o que pode levar a novas faltas nas lojas. “Alguns não se preocupam em ver isso logo e vão atrás apenas na última hora.” Na Den­guinho Enxoval, segundo a gerente Aparecida Marta Weber Negrão, a procura continuou mesmo após a grande demanda no mês de junho. “Quase todos os dias temos pelo menos uma venda deste tipo de produto.”

Fonte: Gazetado Povo

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